6 dicas para começar seu planejamento financeiro pessoal hoje mesmo
Saiba como organizar e lidar com as contas no dia a dia.
O planejamento financeiro pode ser encarado como uma forma de organizar as finanças do dia a dia. Esse é um processo que pode ser encarado das mais variadas formas. Todo mundo acaba tendo algum tipo de organização nas suas contas, em diferentes níveis. Quando as pessoas sabem, de uma forma geral, quais são as suas contas e as datas de vencimento das mesmas, ao mesmo tempo que elas sabem quanto dinheiro entra na sua conta ao longo de um mês, elas possuem um planejamento financeiro básico.

O problema é que esse acaba sendo um planejamento financeiro muito básico e, na maioria dos casos, não funciona na prática. As pessoas que confiam apenas na sua memória ou na sua capacidade de controlar o dinheiro que entra e sai nem sempre sabem exatamente o quanto elas, de fato, estão gastando.
Além disso, hoje em dia, a forma como as pessoas lidam com as finanças, de uma forma geral, é diferente. Além do bombardeio de consumo que as pessoas recebem o tempo todo de produtos e serviços, existem diversos recursos que os consumidores utilizam para comprar, incluindo diferentes cartões, contas digitais, acesso a diferentes linhas de crédito etc.
Isso tudo pode, por um lado, realmente facilitar a vida de quem está buscando formas de consumo, mas também pode acabar deixando muito mais complexo esse controle financeiro. E o resultado está aí: milhões de pessoas com seus nomes inscritos em órgãos como o SPC e o Serasa.
Para quem está interessado em mudar a forma como se relaciona com o dinheiro, confira algumas dicas que podem ser aplicadas para iniciar um planejamento financeiro pessoal:
Dica 1: Anote todos os seus ganhos e suas despesas
Comece deixando de confiar apenas na mente e passe a anotar todos os ganhos e também todos os gastos. A quantidade de dinheiro que entra nas contas normalmente é mais fácil de identificar, mas nem sempre acaba sendo fácil identificar as despesas. Por isso, além de todas as contas que normalmente as pessoas pagam de forma fixa, os pequenos gastos feitos no dia a dia também devem ser devidamente registrados.
Dica 2: Comece a eliminar as dívidas
O próximo passo para que o planejamento se torne efetivo é começar a trabalhar para eliminar as dívidas, que são aquelas que as pessoas acabam assumindo ao longo de um determinado período de tempo, como parcelamentos, financiamentos etc.
Naturalmente, aquelas contas que estiverem em atraso e que acabarem gerando algum tipo de problema para o consumidor, como a negativação do seu nome, devem ser priorizadas. Mas é importante que essa nova fase seja iniciada com o consumidor tendo o máximo do seu poder de compra estabelecido.
Dica 3: Defina metas e objetivos
Todo bom planejamento deve ser composto por objetivos e metas. Afinal de contas, essas mudanças que serão feitas no comportamento do dia a dia devem ser justificadas, até mesmo para que o cérebro da pessoa se acostume e entenda os motivos pelos quais estão sendo feitos determinados sacrifícios.
Esses objetivos podem ser divididos em metas menores, que vão sendo conquistadas na medida em que as pessoas vão conseguindo fazer algumas mudanças e alterações em como consomem e gastam no dia a dia.
Dica 4: Comece a economizar dinheiro
Uma das consequências diretas que as pessoas terão nas suas vidas a partir do momento em que conseguem aplicar um bom planejamento financeiro no seu dia a dia é a economia de dinheiro. Mas é importante também que as pessoas consigam aprender, na prática, como a economia deve ser aplicada.
Existem diversas técnicas e estratégias que podem ser aplicadas para que a economia aconteça, de fato. As pessoas podem definir, por exemplo, um percentual que pode ser separado dos ganhos mensais, como 10% ou 20%. Esse valor deve ser devidamente previsto no planejamento, para que as pessoas acabem não contando com esse dinheiro.
Dica 5: Crie uma reserva de emergência
Uma das metas que deve ser estabelecida dentro de um bom planejamento financeiro é a criação de uma reserva de emergência. Basicamente, é um valor que ficará aplicado e que será utilizado somente a partir do momento em que a pessoa necessitar, de fato.
Uma boa forma de definir o valor da reserva é levar em consideração os gastos básicos que as pessoas mantêm para o seu padrão de vida, e definir uma quantia que possa ser utilizada ao longo de 6 meses. Isso vai evitar que as pessoas tenham que assumir algum tipo de dívida em casos excepcionais.
Dica 6: Invista em renda fixa
O valor que vai sendo economizado, especialmente da reserva de emergência, deve ser investido para que não perca o seu poder de compra. O mais recomendado é a opção de investimento em renda fixa.