6 resoluções obrigatórias de final de ano para cuidar melhor do dinheiro

Confira uma lista de metas com foco nas finanças.

Publicado em 17/12/2024 por Rodrigo Duarte.

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O final de ano é um momento no qual as pessoas normalmente param para refletir sobre o que aconteceu, em retrospectiva, nos meses que passaram, e tentam projetar coisas para o ciclo que está começando. As listas de resoluções são recursos muito utilizados, que basicamente funcionam como metas com as quais todo mundo tende a se comprometer mais no começo do ano.

6 resoluções obrigatórias de final de ano para cuidar melhor do dinheiro
Créditos: Depositphotos

O problema, na maioria dos casos, é que esse comprometimento com as metas acaba durando pouco tempo. Com o passar das primeiras semanas, as pessoas já começam a se deparar com as principais dificuldades que as metas anotadas apresentam na vida real, quando estão sendo colocadas em prática.

Confira algumas resoluções obrigatórias que devem constar na lista de todo mundo que está mais comprometido com o orçamento e os cuidados com as finanças de forma geral.

Renegociar e quitar as dívidas

A primeira e mais importante meta que deve ser colocada na lista de todas as pessoas que estão mais comprometidas com a saúde financeira no ano que está começando é encaminhar a renegociação de todas as dívidas. O foco deve ser naquelas que estão mais atrasadas e que também geram juros mais altos.

Junto com essa meta, também é importante ter uma atenção redobrada para evitar fazer novas dívidas. Depois da renegociação das contas atrasadas, caso seja possível, colocar como meta a quitação das contas que estão sendo pagas ao longo do ano, como parcelamentos e financiamentos, ajuda a organizar as contas de forma geral.

Fazer um planejamento financeiro

Não é necessário entrar o ano já com um planejamento financeiro completo, pois isso nem sempre é possível, ainda mais porque dezembro, normalmente, é um mês muito mais movimentado. Mas colocar na lista e se comprometer em fazer esse planejamento já acaba sendo um grande passo.

Em um bom planejamento, as pessoas conseguem ter um controle total de informações que são fundamentais nas contas do dia a dia, como todos os gastos e dívidas, bem como as entradas financeiras e as possíveis novas fontes de renda que podem surgir no próximo ano.

Acompanhar as finanças mensalmente

Dentro de um grande planejamento financeiro, que, muitas vezes, acaba se tornando um projeto sem data para terminar, é importante ir criando metas e objetivos mais realistas. Diante disso, é essencial se comprometer com a manutenção do planejamento e com um acompanhamento periódico.

O ideal é que as pessoas acompanhem as metas e os orçamentos todos os meses, inclusive fazendo alguns ajustes no planejamento maior. Antes do começo de cada novo mês, é importante definir um orçamento que estipule o máximo que pode ser gasto.

Guardar dinheiro para as emergências

Criar uma reserva de emergência não é apenas muito importante para que as pessoas tenham mais segurança em relação à sua vida, com uma camada de proteção para situações inesperadas, mas também fundamental para que o planejamento financeiro e o orçamento realmente funcionem.

Um dos principais perigos que as pessoas correm em relação às suas finanças é justamente o inesperado. Ou seja, quando ocorre algo que exige um gasto de dinheiro não previsto, as pessoas normalmente contraem dívidas caras, que podem comprometer todo o planejamento.

Gastar menos

Quando as pessoas ou as famílias não conseguem organizar suas finanças, acumulando dívidas atrasadas ou não conseguindo guardar dinheiro — seja para quitar débitos, comprar algo ou montar a reserva de emergência —, isso pode ser um sinal de que estão gastando demais.

Mesmo quem consegue aumentar a receita, caso não tenha controle dos gastos, pode não perceber o impacto positivo desse dinheiro adicional, justamente por gastar muito. O planejamento financeiro e o orçamento são momentos oportunos para identificar gastos que possam ser cortados ou reduzidos.

Não comprar por impulso

Muitas compras acabam sendo feitas por puro impulso. E, nos dias de hoje, esse tipo de ação é ainda mais comum. Afinal, com carteiras digitais, cartões cadastrados nas contas Pix e a constante exibição de anúncios e propagandas, é muito fácil se deixar levar e comprar coisas com apenas alguns toques na tela do telefone.

Por isso, pode ser muito interessante colocar como uma das principais resoluções do começo de um novo ano evitar os gastos por impulso. Algumas atitudes podem ajudar nessa missão, como remover apps de compras do telefone, não deixar cartões cadastrados no celular, diminuir o tempo nas redes sociais, criar listas de itens necessários, entre outras.

ESCRITO POR: Rodrigo Duarte - Jornalista formado pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), com especialização em Marketing Digital.